Tratamento personalizado para menopausa e climatério, com foco em alívio dos sintomas, saúde metabólica e qualidade de vida.
A menopausa e o climatério podem causar fogachos, suor noturno, insônia, oscilação de humor, queda de libido, ganho de peso e perda de massa óssea. Como endocrinologista em Goiânia, realizo avaliação completa e defino um plano individualizado para controle dos sintomas e prevenção de riscos metabólicos e ósseos.
O acompanhamento inclui consulta de menopausa em Goiânia, investigação de comorbidades, orientação de estilo de vida e terapia hormonal da menopausa quando houver indicação clínica.
Abordagem integral para menopausa, climatério e saúde hormonal feminina
Exames completos de estrogênio, progesterona, testosterona e outros hormônios
Prescrição individualizada conforme sintomas e necessidades
Opção de hormônios bioidênticos quando indicado
Redução de fogachos, suores, insônia e outros sintomas
Acompanhamento contínuo com ajustes quando necessário
Análise cuidadosa de contraindicações e riscos individuais
Orientação sobre sintomas e ajustes no tratamento
Informações claras sobre benefícios e riscos da reposição
Foco em bem-estar, energia, libido e saúde óssea
Excelência em reposição hormonal segura e personalizada em Goiânia
Protocolos atualizados com as mais recentes pesquisas
Cuidado empático respeitando suas necessidades
Avaliação rigorosa de riscos e benefícios
Especialização pela renomada universidade
Respostas para as principais dúvidas sobre menopausa, climatério e tratamento hormonal
A reposição hormonal é eficaz para tratar diversos sintomas da menopausa: fogachos (ondas de calor), suores noturnos, insônia, alterações de humor, irritabilidade, depressão, ressecamento vaginal, diminuição da libido, dores durante relações sexuais, perda de massa óssea (osteoporose), ganho de peso, queda de cabelo e pele seca. A intensidade dos sintomas varia entre as mulheres, e o endocrinologista avalia cada caso para definir se a reposição hormonal é indicada e qual o melhor esquema terapêutico.
A reposição hormonal, quando bem indicada e acompanhada, é segura. Estudos mostram que o risco de câncer de mama aumenta discretamente com uso prolongado (acima de 5 anos) de estrogênio + progesterona, mas é menor que outros fatores de risco como obesidade e álcool. O uso de estrogênio isolado (em mulheres sem útero) não aumenta risco. A reposição hormonal reduz risco de câncer de cólon. O endocrinologista avalia contraindicações (histórico de câncer de mama, trombose) e monitora regularmente com mamografia e exames. Os benefícios geralmente superam os riscos quando iniciada na janela de oportunidade (até 10 anos após menopausa).
Hormônios bioidênticos têm estrutura química idêntica aos hormônios produzidos pelo corpo humano, geralmente derivados de plantas (soja, inhame). Hormônios sintéticos têm estrutura química diferente. Ambos são eficazes para tratar sintomas da menopausa. Hormônios bioidênticos podem ter menos efeitos colaterais em algumas mulheres, mas não há evidências definitivas de superioridade. O importante é que sejam prescritos e manipulados adequadamente. O endocrinologista escolhe o tipo de hormônio conforme perfil da paciente, sintomas, preferências e disponibilidade, sempre priorizando segurança e eficácia.
Sim. A menopausa precoce (antes dos 40 anos) exige avaliação endocrinológica e geralmente necessita de tratamento até a idade média da menopausa natural, para reduzir risco de osteoporose e doença cardiovascular.
A reposição hormonal deve ser iniciada preferencialmente na "janela de oportunidade": até 10 anos após a última menstruação ou antes dos 60 anos de idade. Nesse período, os benefícios são maiores e os riscos menores. Mulheres que iniciam após esse período têm maior risco cardiovascular. A menopausa geralmente ocorre entre 45-55 anos. Mulheres com menopausa precoce (antes dos 40 anos) devem fazer reposição até pelo menos os 50 anos para proteção óssea e cardiovascular. O endocrinologista avalia cada caso individualmente, considerando sintomas, idade e riscos.
Não há tempo máximo definido. Antigamente recomendava-se limitar a 5 anos, mas diretrizes atuais permitem uso prolongado quando benefícios superam riscos. Muitas mulheres usam por 10-15 anos ou mais. A decisão é individualizada, considerando: intensidade dos sintomas, qualidade de vida, riscos (histórico familiar de câncer, trombose), benefícios (proteção óssea, cardiovascular) e preferência da paciente. O endocrinologista reavalia anualmente a necessidade de continuar, ajustar dose ou suspender. Algumas mulheres conseguem parar gradualmente sem retorno dos sintomas, outras preferem manter indefinidamente.
Não, a reposição hormonal não causa ganho de peso. Na verdade, pode ajudar a prevenir o ganho de peso que naturalmente ocorre na menopausa devido à queda de estrogênio e mudanças metabólicas. Alguns estudos mostram que mulheres em reposição hormonal ganham menos peso que aquelas sem tratamento. Pode haver retenção de líquido leve no início, que geralmente melhora com ajuste da dose. O importante é manter alimentação saudável e atividade física regular. Se houver ganho de peso, o endocrinologista investiga outras causas (hipotireoidismo, resistência insulínica) e ajusta o tratamento.
Antes de iniciar reposição hormonal, o endocrinologista solicita: mamografia (para mulheres), ultrassom transvaginal ou endovaginal, exames hormonais (FSH, LH, estradiol, progesterona, testosterona), perfil lipídico, glicemia, função hepática, função tireoidiana e, em alguns casos, densitometria óssea. Para homens: testosterona total e livre, PSA (próstata), hemograma. Esses exames avaliam se há contraindicações e estabelecem valores basais para comparação futura. Durante o tratamento, exames são repetidos periodicamente para monitorar segurança e eficácia. O acompanhamento regular com endocrinologista é fundamental.
Agende sua consulta com endocrinologista em Goiânia para avaliação da menopausa e plano terapêutico individualizado.
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